terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Apresentação do Livro "História e Genealogia Familiar - Famílias Convergentes do Visconde de Vila Nova de Famalicão", da autoria de Alexandra Pereira de Castro

Capa do livro

No passado dia 8 de Dezembro, decorreu no Hotel do Elevador, no Bom Jesus a apresentação da recente obra de Alexandra Pereira de Castro denominada "História e Genealogia Familiar - Famílias Convergentes do Visconde de Vila Nova de Famalicão". 

Esta extensa obra, que resultou de oito anos de laboriosa dedicação na recolha de documentação vária,  foi apresentada por José Miguel Braga perante uma plateia bem constituída. "História e Genealogia Familiar - Famílias Convergentes do Visconde de Vila Nova de Famalicão" trata-se de uma viagem no tempo que remonta aos horizontes familiares de  José Joaquim Machado, primeiro e único visconde de Vila Nova de Famalicão por decreto régio de 27 de Novembro de 1890. O livro aborda as vastas ligações genealógicas deste senhor que foi proprietário naquele concelho de diversas quintas. A análise familiar deste antigo cavaleiro e comendador da Ordem de Cristo traduz,ao mesmo tempo, a mundividência social do concelho e da região minhota na transição do século XIX para o século XX.
A autora é natural de Braga e vive em Santa Lucrécia de Algeriz,  onde é responsável pela exploração vinícola e co-proprietária da Quinta de Juste.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Associação de Santa Lucrécia de Algeriz recria cenário histórico com presépio ao vivo

divulgação do evento junto à rotunda de acesso à freguesia
decoração da entrada da Igreja paroquial

















A jovem associação "Lucré Crescendo", em colaboração com a Junta de Freguesia de Santa Lucrécia de Algeriz, a paróquia local e a associação de Artesãos do Minho, criou uma encenação histórica da "Aldeia de Jesus" nos dias 8 e 9 de Dezembro. Todo o figurino montado na zona envolvente à escola primária e Igreja paroquial, possibilitou "recuar" mais de dois mil anos na história. Representações de cenas bíblicas e de vivências do quotidiano do século I marcaram esta primeira iniciativa do género na freguesia. Nada foi descurado, desde o rigor dos trajes, a caracterização das personagens e a encenação das actividades tradicionais da época, possibilitaram uma verdadeira lição de história ao vivo.
venda de produtos artesanais
exercício de pedreiro
A afluência ao evento foi considerável, tendo em conta o facto de ser esta a primeira vez que se levou a cabo esta representação. De realçar o grande envolvimento voluntário da comunidade local na interpretação das várias encenações bíblicas e no exercício das profissões típicas como o carpinteiro, pedreiro, taberneiro, pastor, etc. Os participantes contribuíram também com a oferta de produtos agrícolas e outros cujo resultado da venda reverteu para a "Lucré Crescendo". Em relação ao volume de vendas do comércio tradicional, a crise económica que vivemos limitou as expectativas da Associação de Artesãos.
 De acordo com os responsáveis pelo evento, a iniciativa deve ter continuação nos próximos anos já que os objectivos de promoção turística e cultural da freguesia foram atingidos.



encenação de soldados romanos ladeando Pôncio Pilatos

Estábulos com animais

panorâmica do recinto

jovens figurantes

barraca da associação Lucré Crescendo

jovens voluntários

representação da pregação de João Batista

representação de Maria e Jesus junto à manjedoura

foto de conjunto dos vários figurantes

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Casa das Lages referenciada como "Bem Cultural de Interesse Municipal"


 Frontaria da Casa das Lages
No passado dia 3 de Dezembro, a Câmara Municipal, através de despacho, desencadeou o processo tendente a classificar a Casa das Lages como "bem cultural de interesse municipal" de acordo com a lei de preservação e salvaguarda do património monumental e cultural. Este despacho que determina «a abertura do procedimento de classificação», abrange o conjunto formado pela Casa das Lages e respectiva capela privada, construções anexas da quinta, portal e muros contíguos. Este documento define também a sua zona especial de protecção (ZEE). Relembre-se que este normativo vem na sequência de uma decisão camarária que remonta a 23 de Outubro de 2009.
De acordo com o documento publicado pela Câmara, o referido conjunto arquitectónico da freguesia de Pousada é notável. «Exibe a estética, o gosto e o esplendor do barroco em contexto rural, quer ao nível das fachadas da Casa e da Capela, quer ao nível da decoração interior». Possui também um «fabuloso estábulo que irresistivelmente atrai o olhar». Reportando-se ao ao seu enquadramento geral, menciona que « no que se refere à envolvente, constata-se que se trata de um contexto paisagístico de matriz rural, adequado e harmonizado ao bem cultural, em termos de carácter ambiental, proporcionando boas perspectivas panorâmicas sobre o mesmo. 
Esta classificação trás para os proprietários vantagens fiscais, estéticas, culturais e até comerciais. Para o município de Braga funciona como pólo agregador de atenção, de fixação e de valorização do mesmo. Este património passa a estar disponível a todos os munícipes e cidadãos.
Portal de estilo barroco
A atenção prestada a este imóvel, e outros do mesmo cariz, por parte das instituições a quem cabe a salvaguarda do património histórico, é a prova provada da riqueza monumental que o Vale do Cávado ostenta e que urge preservar e dar a conhecer. A Katavus não poderia deixar de louvar esta decisão da Câmara Municipal de Braga, fazendo votos, também, que outros processos similares onde a autarquia  tem responsabilidades, mereçam o mesmo tratamento em prol da salvaguarda do património histórico.

sábado, 24 de novembro de 2012

Homenagem póstuma ao sócio Manuel Lusquinhos Lopes


A direcção da Katavus vem por este meio homenagear o seu sócio recentemente falecido, Manuel Lusquinhos Lopes. O sr. Lusquinhos foi um dos fundadores da anterior associação Amigos do Palácio D. Chica. Era o sócio mais velho da Katavus e um dos mais entusiastas na defesa e salvaguarda do Palácio D. Chica. 

Durante grande parte da sua vida profissional dirigiu as antigas Carroçarias da JOPE no Largo de Monte de Arcos. Era natural de Nogueiró, mas teve importante papel cívico em Palmeira, onde residia,  primeiro como autarca na Junta de Freguesia local, e depois como participante no seu associativismo. De acordo com Manuel Vieira, antigo presidente da Junta, o sr. Manuel Lusquinhos «exerceu o cargo de tesoureiro da Junta de Freguesia durante dois mandatos com brio e total dedicação. Estava sempre pronto a ajudar a população ao ponto de ser conhecido pelo "115" da freguesia. Isto porque dispunha da sua própria viatura para o serviço da comunidade local».
O seu corpo vai a sepultar no dia 25 de Novembro pelas 14:00 no cemitério paroquial de Palmeira em Braga. Aos familiares, a direcção da Katavus presta as mais sentidas condolências.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Apontamentos da segunda tertúlia sobre a temática "Cávado: Preservação e Valorização"

 Realizou-se no dia 26 de Outubro de 2012, com início às 21:30 h, no Centro Cívico de Palmeira, a 2ª tertúlia sobre o Rio Cávado, promovida por esta associação. 

O tema central desta tertúlia era o da preservação e valorização do Rio, enquanto recurso natural da região do Minho, bem como de todo o contexto que lhe está associado, quer no plano ambiental estrito, quer no plano histórico e cultural. 

Foi muito participada esta tertúlia comprovada pelo assinalável número de participantes no auditório do Centro Cívico, evidenciando o interesse das populações pelo Rio Cávado, pelo tema da defesa ambiental, e demonstrativa de cidadania activa. 

Estiveram presentes elementos de outras associações de defesa do ambiente e do património, bem como a presença de representantes políticos de autarquias locais, numa louvável atitude de proximidade às iniciativas das associações cívicas da população que servem. 

A tertúlia teve como comunicadores convidados o Engenheiro Luís Macedo, da Comunidade Intermunicipal do Cávado, e o Professor da Universidade do Minho António Guerreiro de Brito, que fizeram as suas apresentações focando diferentes abordagens relacionadas com a preservação e valorização do rio. 

Luís Macedo começou por apresentar a instituição onde trabalha, destacando que a Comunidade Intermunicipal do Cávado constitui a NUT III do Cávado, e engloba os concelhos de Amares, Braga, Barcelos, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde. Depois, referiu que a sua abordagem tem como base os estudos feitos pela CIM sobre aquilo que “existe, o que vale e o que pode vir a existir”. Dividiu a sua apresentação em 4 temas: o território; o património; o presente; o futuro. 

Em relação ao território, fez a caracterização geográfica da região que o Cávado atravessa, realçando que, dos 14 municípios que transpõe, apenas o de Amares se integra totalmente na sua bacia hidrográfica. Citou o exemplo de Braga, já que apenas 50% do seu território se integra na bacia do Cávado, ficando o restante integrado na bacia do Ave. O Cávado nasce na fonte da Pipa na serra do Larouco, possui 129 Km de extensão em direcção Norte/Oeste e tem como principais afluentes o Homem e o Rabagão. O rio atravessa áreas ambientais protegidas o que garante a sua mais eficaz preservação em termos ambientais. 

Para Luís Macedo, este é o rio mais regularizado de todo o país, derivado da existência de nove barragens que armazenam a água torrencial e controlam o seu caudal evitando as prejudiciais cheias. 

As barragens foram construídas quase totalmente nos anos 50 e 60. Paradela, Salamonde, e Venda Nova são algumas barragens que, mercê da sua corrente modernização, irão triplicar a potência, em 2016, a sua produção de energia para 1517 megawatts. 

Em relação ao património, do ponto de vista natural, é de enorme riqueza mercê dos cenários paisagísticos que apresenta. Em termos materiais e arquitectónicos, está a ser feito um levantamento até à barragem da Caniçada de todos os moinhos, azenhas e pontes. Um trabalho exaustivo que faz a caracterização detalhada de todas estas infraestruturas para futuros projectos de planeamento. Contabilizam-se neste processo 68 açudes, 4 barragens (duas delas são mini-hídricas). Em relação às ETA e ETAR são todas unidades de tratamento de águas tecnologicamente evoluídas. A água deveria ter origem onde é boa e por isso o Cávado abastece concelhos de toda a NUT. Chegando a abastecer zonas em Matosinhos. 

Foram analisados os locais pesqueiros e os locais de lazer de variada natureza lúdica. Os locais designados têm valor ambiental onde se analisa a água de três em três anos. É curioso que os valores da análise divergem de margem para a margem. 

No presente promoveu-se o estudo de valorização as margens do rio Cávado. Foram estudadas dezenas de locais para indicar as suas potencialidades no sentido de eventual construção de ciclovias, espaços de lazer, praias, etc. O objectivo é que se desenvolva algo integrado para que não tenha efectivo impacte ambiental nefasto. 

Neste âmbito, foram identificados quatro locais: as praias de Alqueirão, Navarra, Cavadinho e Faial. O denominado Projecto Praia cumpre as regras da bandeira azul e que terá de apresentar uma serie de requisitos como acesso à praia, zona de aparcamento, mobilidade, dispositivos logísticos de apoio, aproveitamento do edificado histórico, etc. Estas zonas deverão apresentar um figurino uniforme que estabelece os critérios de criação de praia fluvial com menor impacte ambiental possível. Estão a desenvolver-se estudos para a criação de ciclovias e integrar as que existem com intuito de criar um traçado coerente. Estas serão ligadas à sede do respectivo concelho. Todos estes projectos ambicionam merecer apoio financeiro do Quadro Comunitário de Apoio que começa em 2014 e termina em 2020. 
António Guerreiro Brito iniciou a sua abordagem com o desafio para desmontagem de alguns mitos em relação à água, que segundo ele, “de tanto publicitados” passam a ser encarados como verdades. Segundo Guerreiro Brito, a taxa sobre tratamento dos resíduos é irrisória face à sua indispensabilidade. Depois, as verbas transferidas para a ARH não eram pagos pelos contribuentes mas provinham da União Europeia. 

O terceiro mito tem a ver com a desvalorização das linhas de água  Isto é, só se notam quando estão com problemas. E o rio deve estar na linha da frente das preocupações dos planos urbanos com o valor natural dos rios. Mais ainda, se deve perceber o que se pretende dos recursos hídricos. Saber se se deve dar supremacia à questão paisagística ou então à indispensabilidade das energias renováveis como é a água. 

Seguidamente, achou que seria indispensável saber que recursos hídricos têm o subsolo e relembrou a conhecida lei dos poços que justificou com a necessidade de conhecermos a água subterrânea no caso de verificarmos situações de seca. 
É essencial mantermos um entendimento com Espanha já que os nossos mais importantes rios nascem em Espanha. É uma questão estratégica esta plataforma de entendimento já que dependemos dos espanhois na gestão desta linhas de água. Felizmente em relação ao Cávado não se põe esta questão.

Existem diversas instituições ligadas à gestão da água que são fundamentais, cada uma com o seu papel e aquilo que deve prevalecer é o entendimento entre elas de modo conjugado para resolver os problemas. E sobre a gestão dos recursos hídricos as decisões concertadas entre os diversos agentes administrativos, políticos e associativos é essencial. Por fim, aludiu à questão da crise económica internacional, já que a obstinação em falar sobre este tema deixa em segundo plano questões importantes como as que estão ligadas ao ambiente, consideradas, muitas vezes, questões menores. 

No final das comunicações foram muitas e interessantes as intervenções dos participantes, tendo-se prolongado até bastante tarde o diálogo entre todos os envolvidos, ao ponto de ter ficado evidente a necessidade de outras iniciativas para debater, futuramente, várias questões afloradas nesta tertúlia.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Registos da Primeira Tertúlia "Cávado - Memórias e Vivências"

Foi numa tarde chuvosa que decorreu a primeira edição das tertúlias sobre o rio Cávado, na Livraria Centésima Página. Não obstante o mau tempo, a sala de eventos da livraria mostrou-se exígua para o considerável número de interessados. 
Nesta primeira sessão realizada no dia 17 de Outubro, foram principais oradores o Doutor. Aurélio de Oliveira, Professor aposentado da Universidade do Porto e o Dr. Manuel Albino Penteado Neiva da Comunidade Intermunicipal do Cávado. O primeiro incidiu a sua abordagem sobre o papel que teve o rio, desde a romanização, no desenvolvimento económico e social da região. Neste âmbito, apontou a sua remota navegabilidade como fundamental para o transporte da variedade de produtos que abasteciam Bracara Augusta. Fez referência também aos pontos mais importantes de atravessamento, salientando por exemplo que, na sua opinião, a actual Ponte de Prado resulta de uma construção romana. Além disso, fez menção também a pormenores pouco conhecidos ligados ao seu aproveitamento como a possibilidade de ser utilizado, no século XVI, na zona da barca do Lago, de estaleiro de construção de embarcações marítimas. Aludiu ainda aos vários projectos que, desde o século XVIII, foram gizados para a navegabilidade do rio e às condicionantes económicas e políticas, que impediram a concretização da maior parte desses projectos. Aurélio de Oliveira referiu que, desde o período filipino, foram efectuados diversos investimentos para o desenvolvimento de infra-estruturas rodoviárias importantes para o desenvolvimento da economia nacional, e as construção de pontes e o serviço de barcas no rio Cávado se inseriram nesse contexto. 
Na parte final, salientou o papel estratégico em termos militares que teve o rio. Serviu este, ressalvou o historiador,  durante muito tempo, como tampão de resistência dos povos da Galiza perante os invasores romanos, mais tarde durante o primeiro período da Reconquista cristã nos séculos XI e XII, com a implantação da ordem dos Templários ou mesmo durante a ocupação filipina.
O Dr. Penteado Neiva lamentou, no inicio da sua abordagem o esquecimento secular de que foi vitima o rio que remonta mesmo ao século XVI. Disse o historiador que, passados dois anos da elevação de Esposende à categoria de vila por D. Sebastião, e de este ter salientado a importância do Cávado como porto de mar, passados dois anos, mediante queixa de que a barra estaria tolhida por rochas, isso prejudicaria a alfândega. Deste modo, o aproveito do seu potencial como via de comunicação foi logo posta em causa. Mas a barra de Esposende aparece representado em todas as cartas náuticas devido à sua morfologia acidentada.
O concelho de Esposende apresentou-se sempre isolado em relação aos outros concelhos ribeirinhos na questão da valorização do rio enquanto factor de desenvolvimento, afirmou Penteado Neiva.
Depois o investigador elenca, de forma cronológica, os vários projectos e os nomes dos respectivos engenheiros que, a partir de 1795, se debruçaram sobre as questões técnicas da navegabilidade do rio Cávado. O mais importante e estruturante foi o de Custódio Villas Boas em 1795 que chegou a arrancar, mas que falha por vicissitudes económicas e políticas durante o período das revoluções francesas. Todos os outros que se lhe seguem, por um motivo ou por outro, encalham.

As tertúlias continuam, entretanto, com alguns dos participantes que aproveitam a presença dos oradores para discutir algumas das opções que marcaram e marcam o destino do Rio Cávado.



























quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Visita da Katavus à exposição "A barra, o porto e a navegabilidade do Cávado - projectos e memórias" em Esposende



No dia 10 de Outubro de 2012, a direção da Katavus viajou até Esposende ao museu municipal local, com o objectivo de visitar a exposição "A barra, o porto e a navegabilidade do Cávado - projectos e memórias". Esta visita, resultou de um convite formulado à associação pela dra. Ivone Magalhães, técnica da Câmara Municipal de Esposende.
De uma forma bastante solicita e entusiasta, a dra. Ivone orientou os membros da Katavus pelo espaço onde estão reunidos 20 painéis que compõem esta exposição de longa duração, que estará patente até 2015. A iniciativa apresenta a relação de Esposende com o rio Cávado, destacando a sua navegabilidade desde épocas que remontam à Romanização, o porto comercial e piscatório seiscentista, e o assoreamento dos últimos três séculos, responsável pelo abandono desta via de comunicação, destacando as diversas tentativas de resolução do assoreamento, através da apresentação e interpretação dos principais projectos do "Encanamento do Cávado". O comissário cientifico é o investigador esposendense, Albino Penteado Neiva.
A exposição resulta de um projecto de investigação local, desenvolvido ao longo de 2010 e 2011 pelo investigador Penteado Neiva, pretendo inicialmente conhecer melhor os episódios do processo localmente conhecido como "Encanamento do Cávado". A este processo esteve indissociavelmente ligado o capitão engenheiro hidrográfico Custódio José Gomes de Villas Boas, responsável pelo primeiro e mais completo projecto de estudo hidrográfico intitulado "Planta de Projecto e estado presente das Obras de Encanamento do rio Cávado..." datado de 1800. Mais tarde, com o interesse cultural da autarquia local e a disponibilização do espólio da ARH - Norte, o plano pessoal alargou-se apresentando, de forma cronológica, os diversos projectos de melhoramento da barra, do porto e da navegabilidade do rio, datados entre 1795 e 1933.
Apreciação de mapa histórico da costa litoral
A profícua visita terminou com a oferta à associação de alguns exemplares do catálogo da exposição e os agradecimento dos dirigentes associativos. 




















Museu Municipal de Esposende
Apresentação da Katavus à dra Ivone Magalhães